quinta-feira, 13 de agosto de 2015

quinta-feira, 13 de agosto de 2015
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Peru: Machu Picchu, a cidade perdida dos Incas
http://www.ulige.com.br/2015/08/peru-machu-picchu-cidade-perdida-dos.html
O Ulige mostra por que Machu Picchu é um destino obrigatório para suas próximas férias



A cidade perdida

Machu Picchu, símbolo do Império Inca, descoberto tardiamente em 1911 e localizado no topo de uma montanha a 2.453 metros de altitude, é incrível, exuberante e imponente, considerado Patrimônio Mundial da UNESCO.
Embora apenas 30% da cidade faça parte da construção original, a arquitetura inca, formada por pedras e encaixes perfeitos, é genial e resistente, o que demonstra a capacidade daquela sociedade.








A cidade é dividida em duas grandes áreas: a agrícola, formada por terraços e recintos para armazenar alimentos; e a urbana, onde estão os templos, praças e mausoléus.



À frente, a área agrícola; ao fundo, a área urbana


Dentro do sítio arqueológico, além do caminho principal que engloba o Templo Del Sol, as Fuentes, a Casa del Inka, o Templo del Cóndor, a Plaza Principal, a Roca Ceremonial, o Grupo de las Tres Portadas, o Templo de las Tres Ventanas, entre outros impressionantes monumentos, é possível fazer circuitos alternativos, como Intipunku e Puente Inka.





Intipunku

Intipunku, ou Porta do Sol, é para muitos a porta de entrada para Machu Picchu, já que os mais aventureiros chegam por aqui após o trajeto de 4 dias a pé. A trilha até Intipunku, que leva mais ou menos 1 hora de caminhada desde a entrada de Machu Picchu, é feita de degraus e rampas de pedras. Não é muito longa, porém a altitude pode se tornar um problema – é aí que entra a folha de coca.



Trilha para Intipunku

Do topo, a 2.720 metros de altitude, pode-se ver todo o trajeto de Aguas Calientes até o sítio arqueológico, bem como uma visão ampla e incrível de Machu Picchu. A sensação é de estar no céu!



Vista no topo de Intipunku


Puente Inka

A trilha para a Puente Inka é rápida, apenas 20 minutos. No entanto, é a trilha mais estreita – e perigosa, tanto que na entrada é preciso registra-se no controle de visitantes e assinar novamente ao sair, confirmando assim sua sobrevivência, rs! O desafio é menos intenso que as demais trilhas, mas não menos satisfatório, pois a vista é igualmente incrível.


Aguas Calientes

Aguas Calientes, também conhecida como Machu Picchu Pueblo, é o vilarejo mais próximo de Machu Picchu. Não há como ir a Machu Picchu sem passar por aqui. É onde chegam os trens PeruRail e IncaRail (de 100 a 142 dólares), que partem de Cusco ou Ollantaytambo e levam de duas a quatro horas, dependendo do ponto de partida, e pega-se o micro-ônibus que faz o transporte até o sítio arqueológico (cerca de 24 dólares, ida e volta).



PeruRail partindo de Aguas Calientes


O vilarejo está às margens do rio Urubamba, tem vários hotéis e restaurantes – para aqueles viajantes que preferem pernoitar e subir a Machu Picchu ao amanhecer –, bem como fontes termais que deram o nome à cidade.





Também é possível chegar a Machu Picchu através da Trilha Inca, que é uma das rotas mais famosas do mundo. São, no mínimo, 42 km percorridos em dois ou quatro dias. Porém, para chegar pela trilha, é necessário fazer reserva.

Vale lembrar que para entrar em Machu Picchu é necessário comprar com antecedência o tíquete (152 dólares), que pode ser feito pelo site www.machupicchu.gob.pe.

A energia que Machu Picchu passa é simplesmente sensacional e até inexplicável. A arquitetura, as trilhas, o visual deslumbrante, a história escrita em cada pedra... é de tirar o fôlego! Convido a todos a visitar esse incrível paraíso perdido dos Incas.



Fotos por: Dektri
https://www.blogger.com/profile/14657032355176316743
ulige
2015-08-13T15:30:00-03:00
Nathália Lippi Viagem

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