quarta-feira, 10 de agosto de 2016

quarta-feira, 10 de agosto de 2016
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Pleonasmo: estilo ou vício de linguagem?
http://www.ulige.com.br/2016/08/pleonasmo-estilo-ou-vicio-de-linguagem.html

Confira a diferença
Logo no início desta coluna, em um de nossos primeiros posts, publicamos um vídeo humorístico sobre o pleonasmo (veja aqui), em que demonstrava por que usar construções pleonásticas te fazem parecer um tolo. Pleonasmo nada mais é do que redundância de termos: 

Na minha opinião pessoal = use somente na minha opinião;
Repetir de novo = utilize apenas repetir;
Multidão de pessoas = multidão só pode ser de pessoas;
Encarar de frente = use apenas encarar;
Duas metades iguais = se são metades só podem ser iguais.

Mas há casos em que o uso de pleonasmo é aceitável? Sim. Em alguns casos o pleonasmo é usado como recurso estilístico a fim de realçar uma ideia.

Minha felicidade eu a conquistei.
A mim me parece certo.


Por essa razão nem sempre o pleonasmo é um vício de linguagem, como no “Soneto da Fidelidade”, de Vinicius de Morais: “E em seu louvor hei de espalhar meu canto/e rir meu riso e derramar meu pranto”.
 
https://www.blogger.com/profile/14657032355176316743
ulige
2016-08-10T13:30:00-03:00
Discursiva Nathália Lippi

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