segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
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Um mapa-múndi de referências musicais
http://www.ulige.com.br/2017/02/um-mapa-mundi-de-referencias-musicais.html

E se em vez de nomes de países, estados e cidades estivessem apelidos e trechos de grandes clássicos musicais de acordo com cada localidade?
E se em vez de nomes de países, estados e cidades estivessem apelidos e trechos de grandes clássicos musicais de acordo com cada localidade? Pois foi exatamente isso que o estúdio gráfico londrino Dorothy fez: um mapa-múndi de referências musicais.

(clique na imagem para ampliá-la)

O World SongMap conta com 1.200 músicas e 200 referências, entre elas há citações explícitas, como “New York, New York’, cantada por Frank Sinatra, “London Calling’, do The Clash, “Back in The USSR”, do Beatles, e outras nem tanto, que exigem certo conhecimento tanto da letra quanto de geografia; como é o caso de “River Deep-Mountain High”, música cantada por Tina Turner, que se refere à bacia hidrográfica na planície russa.

No Brasil, “Welcome to the Jungle”, do Guns N’Roses, destaca a região da floresta amazônica, “Sao Paulo Rain”, do britânico Tom McRae, é referência direta ao estado, e “Tropicalia”, que deixa a dúvida se a referência é da música de Caetano Veloso ou do músico americano Beck, que tem uma música homônima.

Há ainda detalhes cômicos, como “Isolation”, da banda inglesa Joy Division, para referenciar a Coreia do Norte e “Can’t Get There from Here” (não dá para chegar lá daqui, em tradução livre), do R.E.M., para retratar o Alasca.

E essa não é a primeira elaboração do estúdio Dorothy; anteriormente eles lançaram uma espécie de genealogia da música alternativa e outra similar para a música eletrônica.

No site do estúdio é possível comprar as imagens em formato de pôster, que acompanham uma lista com todas as músicas citadas e seus autores.


Fonte: Nexo.

https://www.blogger.com/profile/14657032355176316743
ulige
2017-02-06T13:30:00-02:00
Música Nathália Lippi

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